Bio

 

Nasci na Belo Horizonte, Minas Gerais, no país que se chamava Brasil.

Por volta das cinco e trinta e dois. Aos vinte e nove dias do mês de abril, portanto, taurino com sol em libra, ascendente em virgem; do ano de mil novecentos e sessenta e nove.

O mundo em ebulição e o brasil tropical pós Tropicália, sombrio.

Sou filho da rua, poeta, artista plural, multi, 

mídias

inter

arte

Marginal.

Coleciono traços em esboços inacabados para pinceladas acrílicas inoportunas e desconexas.

Sou apaixonado pela grafia urbana e as cores que alegram e acalmam o caos da cidade, como um gozo, um observador míope, flâneur solitário, uma nau à deriva pelas ruas. Me tornei retratista por acaso da obra que exclui quem não se enquadra nos moldes das disfuncional(idades) imperativas.

Me aventuro com o musico; guitarrista; componho trilhas para no silencio da madrugada alimentar com frequências, outros sabores, formas e texturas, cheiros…

…Meus experimentos e produções audiovisuais são hibridas e beiram a irracionalidade que desloca e desconexa o tempo e o espaço moldando um universo paralelo sob o ponto de vista que se arrasta horizontalmente a partir de um {diz}>> calculo, partículas Glitch e um Déjà vu.

Minhas produções se apoiam na simplicidade: “Do it yorself”. Faça você mesmo!!! Meu processo criativo ignora regras, tratados e abnts, normatizações que envelheceram, formatos que não funcionam mais.

Sou amante do lixo como crustie, artivista para novas simbioses.

Me apresento como um questionador das relações interpessoais, dos conflitos da pós modernidade que se dilui em pós verdade, encarceramento social na busca por diálogos metafóricos e sem grilos.

Além de ser um Degenerado consciente, também sou um provocador compulsivo e vou seguindo em frente, descartando sem medo, tudo e todos, quando expira o prazo de validade, afinal, toda obsolescência é programada.

Me declaro, artista, anárquico e libertário, buscando embasamento em referencias significantemente insanas para respaldar a minha insensatez.

Entre grafias, ruídos e paisagens é a síntese do risco, essência de minha aposta. Tenho na inquietude, no fluxo que gira; múltiplos formatos, breves instantes, o catalizador necessário, um apanhado de coisas que não deveriam ser coisas e sim objetos e fatos mas que nunca serão suficientes. Por quê nunca, por quê nada será suficiente?

Porque acredito que é preciso viver o agora sem urgência e burlar a escassez de futuro, estando como me interessa estar, sendo como me interessa ser; um grão em minha cidade, vagando pelas escatológicas marginais... Na busca por laboratórios de poemas (letras e palavras), de imagens (paisagens e retratos),  de sons (ruídos e frequências) e principalmente dos loucos e excluídos dos "Encontros e das despedidas".

Fê Costa por Fê Costa 

"Seja. Marginal. Seja, Herói!!!" 

 

 

Selos

Fernando Braga Costa - CPF: 567.196.556-04 © Todos os direitos reservados. 2026


Para continuar, informe seu e-mail

Utilizamos cookies para que você tenha a melhor experiência em nosso site. Para saber mais acesse nossa página de Política de Privacidade